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OrganizaÇÃo dos estados americanos cp /caap-2893/07


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CONSELHO PERMANENTE DA OEA/Ser.G

OrganizaÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS cp/CAAP-2893/07

20 fevereiro 2007



Comissão de assuntos administrativos Original: inglês

E ORÇAMENTÁRIOS


MUSEU DE ARTE DAS AMÉRICAS

APRESENTAÇÃO DO ESTUDO DO INVENTÁRIO

13 de fevereiro de 2007


MUSEU DE ARTE DAS AMÉRICAS

APRESENTAÇÃO DO ESTUDO DO INVENTÁRIO

13 de fevereiro de 2007
I. Acervo Permanente

I.1 Antecedentes
A história do acervo permanente do Museu de Arte das Américas tem raízes na antiga Unidade de Artes Visuais da Organização dos Estados Americanos. No contexto dessa Unidade recebeu-se em 1949 a primeira doação de um bem artístico, um quadro pintado pelo artista brasileiro Cândido Portinari. Em 1957, o Conselho Permanente da OEA deu cobertura institucional à coleção do Museu mediante a criação de um modesto fundo de compras para apoiar a aquisição de obras de arte destinadas a formar uma coleção que refletisse a arte contemporânea dos Estados membros da OEA e representasse um repositório cultural duradouro. As aquisições feitas pela Unidade de Artes Visuais tinham não só fortes vínculos com a orientação do seu programa de exposições como foram por ela influenciadas, e trabalhos em número expressivo foram adquiridos diretamente dos artistas na oportunidade de suas exposições temporárias na galeria da OEA.
Quando o Museu foi inaugurado em 1976, a coleção contava com 250 peças. Hoje, seu acervo soma cerca de 2000 peças (Anexo 1) de variadas formas, incluindo:


  • pinturas (30%),

  • esculturas, peças e arte da instalação (10%), e

  • gravuras, desenhos e fotografias (60%).

Esse acervo reflete a rica diversidade de expressão artística na região e proporciona uma visão geral das tendências estilísticas e iconográficas que se manifestaram a partir do início do século XX. Destacam-se especialmente os trabalhos de artistas de renome, como Amaral, Carreño, Cuevas, Figari, Guayasamin, Matta, Merida, Negret, Obregon, Orozco, Pelaez, Pacheco, Pettoruti, Portinari, Siqueiros, Soto, Szyszlo, Torres Garcia, para citar apenas alguns. A coleção preserva um excepcional registro visual das realizações de artistas das Américas e de suas contribuições para a história cultural do Continente.


Embora muitos países membros estejam bem representados nesse acervo, há outros que não têm nele nenhuma representatividade ou esta é muito pequena (Anexo 2). Incluem-se neste caso Antígua e Barbuda, Barbados, Belize, Canadá, Dominica, Grenada, Guiana, Saint Kitts e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadines, Suriname, e Trinidad e Tobago. Esses países também estão insuficientemente representados no programa de exposições do Museu. É preciso que se corrija essa representatividade a fim de assegurar que todos os países membros estejam representados no acervo permanente do Museu em nível adequado.
Desde meados da década de 1980 que, em virtude de restrições orçamentárias, não há fundos disponíveis para a aquisição de obras de arte. Graças, porém, às que são doadas ao Museu, seu acervo vem enriquecendo e, em conseqüência, o valor do seu patrimônio aumentou. As propostas de doações são analisadas pelo Museu a fim de assegurar seu nível de qualidade. Em 2006, 16 doações foram aceitas, dentre as quais as importantes doações de dois quadros de Roberto Matta.
I.2 Gestão/Controle
Para efeito de seguro, a coleção do Museu é avaliada em US$5.000.000. Ela conta com a cobertura de um seguro que a OEA mantém junto à firma Huntington T. Block Fine Arts Insurance (limite correspondente ao prédio: US$5.000.000; limite correspondente a outros locais: US$500.000). A última avaliação formal de obras de arte incluídas nessa coleção foi levada a cabo em 1998 pelo Departamento Latino-Americano da Christies.
A gestão da coleção do Museu tem o apoio do Collection, um banco de dados especializado em catalogação, histórias de exposições, imagens, localização de dados e funções informativas (Anexo 3). O Museu informa à Seção de Inventários da OEA, duas a três vezes por ano, as novas doações e os respectivos valores, bem como as mudanças nos locais de exposição. A Seção de Inventários procede a inventários periódicos (peça por peça), o último dos quais foi realizado em 2004-2005.
Os empréstimos de obras de arte do acervo permanente a instituições culturais externas, para exposições especiais, são regidos por acordos de empréstimo padronizados que estipulam as exigências e condições em que os mesmos são feitos. Esses acordos são revistos periodicamente pelo Departamento de Assessoramento Jurídico da OEA.
I.3. Visibilidade/Utilização
Dadas as suas limitações em termos de espaço físico, inclusive o fato de que as exposições temporárias de instituições externas ocupam freqüentes vezes todo o espaço de exibição disponível, o Museu somente expõe anualmente cerca de 15% da sua coleção (sob a forma de rodízio). Em 2005-2006, por exemplo, o Museu apresentou estas seis exposições do acervo permanente: Arte da Gravura (em conjunto com a Conferência do Conselho Internacional de Artes Gráficas); Perspectivas da Natureza Morta; Geometria e Gesto; Fotografia Contemporânea; Artistas da América Central; e Doações de 2006 ao Acervo.
Outros 15% da coleção são exibidos em áreas públicas e determinados escritórios dos edifícios da Secretaria-Geral. No momento, o Museu está trabalhando na ampliação da exposição de obras do seu acervo em áreas públicas de edifícios da Secretaria-Geral.
Empresta-se a instituições de fora, para exposições especiais, aproximadamente 1% a 5% da coleção do Museu. Este, no passado, recebeu pedidos de empréstimos de instituições como o Lowe Art Museum (de Miami, Florida), o National Museum of Women in the Arts, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, a Smithsonian Institution (de Washington, D.C.), o Katonah Museum, o Museo del Barrio, a Americas Society (de Nova York), o Museo Nacional de Colombia (de Bogotá), a Fundación La Caixa (de Barcelona e Madrid) e a Maison de l’Amerique Latine (de Paris). Está previsto em 2007 um empréstimo ao Dallas Cultural Center, no Texas, de mais de 60 gravuras do acervo.
O restante do acervo (aproximadamente 65%) está guardado em depósito; a grande maioria das obras que estão guardadas (cerca de 70%) consta, entretanto, de trabalhos em papel não emoldurados.
O Museu vem trabalhando no sentido de aumentar a visibilidade do seu acervo mediante a página que mantém na Internet – agora relançada em novo formato – e o atendimento dos numerosos pedidos de reprodução de obras da sua coleção em manuais, livros de arte, catálogos de exposição e outras publicações. Em 2006, por exemplo, obras do seu acervo figuraram nestas publicações: Art History (Prentice Hall); The Language of Objects in the Art of the Americas (Yale University Press); Latin America: A Concise Interpretive History (Prentice Hall); Mexico and Modern Printmaking (Museu de Arte da Filadélfia), e World Masterpieces (Penguin Literature).

II. Outras Coleções e Patrimônio do Museu
II.1. Arquivos sobre Arte das Américas
Iniciada no princípio da década de 1940, a coleção de arquivos complementa o acervo permanente do Museu. Os catálogos, anúncios e registros das exposições, as fotografias, as cartas e os recortes de jornais, as publicações periódicas sobre arte e os documentos de outra natureza que compõem esse material proporcionam uma rica e rara fonte de pesquisa. Por meio dos seus arquivos sobre arte, o Museu oferece habitualmente serviços de referência a estudantes, pesquisadores e colecionadores interessados na arte latino-americana e caribenha. Cerca de 700 caixas Hollinger (inclusive arquivos individuais de artistas) estão guardadas e concentradas em prateleiras no edifício Casita. Documentos das exposições e coleções de fotografias em preto e branco estão guardados na Biblioteca Colombo.
II.2. Coleção Audiovisual de Filmes
O acervo audiovisual do Museu compreende filmes por ele produzidos sobre arte e artistas das Américas, entre os quais os premiados sobre Soto e Torres-Garia, bem como o filme sobre Velásquez (Anexo 4), que podem ser adquiridos em formatos de DVD e VHS. Uma seleção desses filmes é apresentada com freqüência na Rede Hispânica de Informações e Telecomunicações (HITN) no contexto da sua programação cultural. No momento o Museu está fazendo um levantamento completo dos filmes que constam dos seus arquivos mas não são produção sua.
II.3. Prédio do Museu e Jardim Asteca
O prédio histórico que abriga a coleção de obras de arte do Museu é, de certo modo, outro componente do seu acervo. Ele foi projetado pelos ilustres arquitetos Paul Cret e Albert Kelsey, da mesma equipe de arquitetos que elaborou a planta do edifício-sede da Organização dos Estados Americanos em 1910. Concluído em 1912, vários anos após a inauguração do edifício principal da OEA, o “Anexo” como era então chamado, foi originalmente concebido para ser a residência oficial do Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos. Detalhes arquitetônicos especiais incluem a grade decorativa em ferro fabricada por Samuel Yellin (1885-1940), o ilustre artesão da Filadélfia especialista em ferro fundido, e a galeria de ricos azulejos coloridos criada pela firma Enfield Pottery and Tile Works, da Filadélfia. Em 2005 o Museu recebeu, por intermédio do Departamento de Relações Externas, doações das Missões de Observação da China, da Turquia e do Catar destinadas a apoiar projetos de restauração desse prédio.

II.4. Consignação (obras de arte não retiradas que não fazem parte do acervo permanente do Museu).
Essas obras de arte foram deixadas por artistas em consignação com o Museu, antes de 1983, com o entendimento de que caberia a eles retirá-las, caso não fossem vendidas. Havendo o Museu encerrado o seu programa de consignação em 1983, as obras de arte não vendidas foram, na sua maior parte, retiradas por seus donos ou por eles doadas para serem vendidas em benefício do Museu. Um bom número desses trabalhos permanece, entretanto, em poder do Museu, apesar de seus esforços para que fossem retirados. Esses trabalhos não foram incluídos no acervo permanente do Museu por diversas razões, entre as quais estas: 1) o artista já está representado no acervo do Museu por trabalhos comparáveis ou melhores, ou 2) a obra encontra-se em mau estado de conservação. Em 2005, em consulta com o Departamento de Assessoramento Jurídico da OEA, o Museu empreendeu ações em conexão com o inventário das obras não pertencentes ao seu acervo, levando em conta o seguinte: 1) não obstante o fato de que essas obras, conforme as leis do Distrito de Columbia, foram presumidamente abandonadas por seus primitivos donos e, por conseguinte, a Secretaria-Geral é tecnicamente a sua proprietária, o Museu, a título de cortesia, informou as Missões da OEA sobre as que pertenciam a artistas de seus países, considerando a possibilidade de que intermediassem sua devolução aos respectivos donos; o Museu transferiu obras de arte para as Missões da OEA que fizeram solicitação nesse sentido; 2) uma série de leilões “silenciosos” foi realizada, havendo a renda obtida com a venda das obras de arte revertido para o acervo permanente do Museu; 3) a fim de fortalecer o programa de divulgação junto às comunidades e apoiar a missão do Museu de promover o apreço pela arte da América Latina e do Caribe, obras selecionadas foram doadas a instituições culturais locais, inclusive ao Latin American Youth Center.

III. Exposições Temporárias e Programas Públicos
III.1. Exposições Temporárias
As exposições temporárias de obras de arte oriundas dos Estados membros propiciam ao Museu a oportunidade de ser uma presença dinâmica mediante a consideração dos interesses socioculturais e estéticos contemporâneos na medida em que se refletem e são interpretados em linguagens artísticas inovadoras por artistas das Américas. Os critérios de seleção aplicados na análise de propostas de exposição incluem o seguinte: a originalidade e coerência do trabalho; o uso de uma linguagem contemporânea que reflita novos rumos em matéria de arte ou a importância do trabalho para determinado movimento artístico histórico do passado; o país de origem do artista (para assegurar a representação de todos os países membros nos programas do Museu); as oportunidades de expansão de parcerias com instituições culturais externas; a relevância para os temas de interesse da OEA; e as possibilidades de apoio externo à exposição. Em 2006-2007, o Museu apresentou as seguintes exposições:


  • New Possessions: Jamaican Artists in the US (agosto-outubro de 2006);

  • Rompendo Fronteiras: Fotografia e Arte Digital da Comunidade Salvadorenha (novembro de 2006 a janeiro de 2007); e

  • Merengue! Ritmos Visuais, organizada pelo Centro Cultural Eduardo Leon Jimenes, da República Dominicana, e apresentada no Museo del Barrio, em Nova York (fevereiro-abril de 2007).

As exposições citadas não teriam sido possíveis sem as atividades de captação de recursos financeiros empreendidas pela respectiva Missão/Embaixada junto à OEA no sentido de obter o necessário apoio externo.
Por exemplo, prestaram apoio à exposição New Possessions o Jamaica National Group of Companies, Grace Financial Services, Limited National Investment Bank of Jamaica, Western Union, Air Jamaica, Grace Foods International, Inter-American Culture and Development Foundation (ICDF), Centro Cultural do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Jamaica Tourist Board, Mayberry Investments, Red Stripe, Victoria Mutual Building Society. A exposição Rompendo Barreiras recebeu apoio da District of Columbia Commission on the Arts and the Humanities, Bancomercio, Enterprise Database Corporation, HI Construction Company, Latin Travel Express, Mango y Mar, Martinez and Associates LLC- Remax, El Tamarindo, Vilchez and Associates Real Estate.
As exposições New Possessions e Rompendo Barreiras foram anunciadas no The Washington Post (em l0 de junho, 3 de agosto, 13 de agosto, 15 de dezembro); no The Washington Examiner (em 22 de dezembro); no The Washington Times (em 17 de setembro); no The Jamaica Gleaner (em 15 de outubro); e na Caribbean Net News (em 7 de agosto).
III.2. Programas Públicos
O Museu também contextualiza e promove coleções e exposições mediante conferências, visitas guiadas (10% de aumento em 2006), workshops, serviços de referência e atividades de divulgação.
Em 2005-2006 os conferencistas convidados incluíram os seguintes:


  • Dr. Edward Sullivan, Dean of Humanities da Universidade de Nova York.

  • Michelle Greet, Professora de História da Arte da George Mason University, da Virgínia.

  • Rex Nettleford, Presidente da Jamaica Diaspora Foundation.

  • Petrona Morrison, Diretora da Manley School of Art, da Jamaica.

  • Muriel Hasbun, Professora de Fotografia do Corcoran College of Art, em Washington, D.C.

No período citado, o Museu também organizou 11 workshops orientados para as famílias e dirigidos pelos artistas convidados Carolina Mayorga, Julio Valdez, Helen Elliot e Muriel Hasbun, bem como atividades de divulgação por meio de workshops realizados durante o Festival Latino Anual do Distrito de Columbia, na vizinhança do bairro Adams Morgan.



IV. Desafios/Limitações



  • Orçamento insuficiente: A dotação de 2006 do Fundo Ordinário para as atividades do programa do Museu foi de US$16.500 (Anexo 5). Alguma renda é obtida com a venda de slides, vídeos e catálogos; com a arrecadação de direitos de reprodução e o aluguel do museu a instituições externas para eventos especiais (cerca de US$10.000 a US$20.000 por ano em média).




  • Pessoal insuficiente: O Museu conta, ao todo, com seis funcionários. São necessárias a inclusão no seu quadro de um profissional em captação de recursos financeiros especializado em desenvolvimento das artes e a admissão de outro no nível inicial de carreira para dar assistência na preparação das exposições e no trabalho relacionado com a evolução das artes, bem como o restabelecimento do cargo de diretor.




  • Espaço para exposições insuficiente: O ideal seria que se dispusesse de espaço suficiente (mediante o acréscimo de uma ala, por exemplo), para a exposição ininterrupta de 50 peças fundamentais do acervo permanente do Museu simultaneamente com as mostras temporárias de obras oriundas dos países membros.




  • Espaço para depósito insuficiente: Mais espaço para depósito e a confecção de blocos de armazenamento adicionais são necessários.




  • Recursos insuficientes para atender às prioridades em matéria de conservação: cite-se, por exemplo, a restauração da escultura externa.




  • Falta de equipamento técnico: scanner, câmera digital, monitor de DVD, computador gráfico MAC, disco rígido externo, projetor de LCD com laptop, projetor de vídeo, hidrômetros térmicos são necessários.




  • Exposição insuficiente do acervo permanente: faltam fundos para custear a viagem de obras da coleção do Museu aos Estados membros (e a outros lugares).




  • Representação desigual dos países no acervo. Uma proposta que está sendo estudada é a da realização de uma competição a ser julgada por júri que ofereceria aos vencedores um prêmio de compra. Isso será possível se o fundo de compras for restabelecido.



V. Ações e Propostas para Fortalecer o Museu


  • Melhorar a situação do Museu dentro da OEA. As próximas comemorações do centenário proporcionam oportunidades para parcerias estratégicas.




  • Expandir o papel dos Amigos Embaixadores que desde 2005 vêm prestando valioso apoio no sentido de aumentar a visibilidade e o reconhecimento do Museu e incentivar as doações/aquisições de trabalhos de arte oriundos dos Estados membros.




  • Reativar a Associação dos Amigos do Museu (da sociedade civil) com vistas a ajudar na captação de recursos financeiros e no fortalecimento de parcerias com instituições externas.




  • Estabelecer o contato do grupo dos Amigos Embaixadores com o da Associação dos Amigos do Museu a fim de estimular a criação de uma comissão executiva para organizar as atividades de captação de recursos financeiros, começando por um leilão de arte, a ser realizado na primavera de 2007, e uma exposição de gala, no outono do mesmo ano.




  • Formular um programa abrangente que se oriente para aumentar a visibilidade, a importância e a relevância do Museu e inclua o seguinte:




    • a colocação de bandeiras externas na entrada do Museu (a partir de 23 de fevereiro de 2007);

    • o planejamento e a colocação de mais bandeiras em volta do complexo arquitetônico da OEA e do Museu;

    • o aumento do número de obras da coleção expostas em espaços públicos dos edifícios da Sede;

    • a instalação de bays digitais em diversos sites em toda a Secretaria-Geral, como forma de expor virtualmente a coleção;

    • o fornecimento de maiores informações na página do Museu na Internet sobre coleções e exposições vindouras;

    • o aumento da acessibilidade às informações sobre exigências e procedimentos relacionados com as exposições;

    • a apresentação de importantes exposições de ponta e a expansão de programas públicos (conferências, música e séries filmadas) conjugadas com as próximas comemorações do centenário;

    • a consideração da viabilidade do licenciamento e comercialização de produtos relacionados com o acervo e as exposições do Museu, bem como da abertura de uma loja e de uma cafeteria no seu espaço.




  • Procurar restabelecer um fundo de compras destinado à aquisição de bens artísticos, com vistas a fortalecer o acervo do Museu, e solucionar o problema da insuficiente representação de alguns Estados membros. Trabalhar por meio do Escritório de Coordenação de Escritórios e Unidades da Secretaria-Geral nos Estados Membros no sentido de colaborar para a solução desse problema.

ANEXO I
http://scm.oas.org/pdfs/2007/CP17635E.PDF



ANEXO II


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