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Estrutura da disciplina


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PLANO DE ENSINO
MANEJO E CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE EM FLORESTAS EXPLORADAS
2010



  1. ESTRUTURA DA DISCIPLINA


Instituição


  • Universidade de Tolima (Colômbia)




  • Faculdade de Engenharia Florestal




  • Departamento de Ciências Florestais




  • Graduação em Engenharia Florestal



Organização


  • Tipo de disciplina: Obrigatória




  • Semestre: 9




  • Código da disciplina: 0201031




  • Tipos de aula: Teórica e prática




  • Quantidade de créditos / Carga horária: 4 créditos / 4 horas por semana (60 horas por semestre)




  • Número de turmas: 1




  • Número de alunos por turma: 40




  • Pré-requisitos: 8º. Semestre: Proteção florestal

Silvicultura de plantações

7º. Semestre: Participação comunitária

Gerenciamento de projetos e administração de empresas florestais

Inventário dos recursos florestais

Política e desenvolvimento florestal ambiental

6º. Semestre: Avaliação de impacto ambiental

Seminário de bioética

5º. Semestre: Ecologia

Interpretação de sensores remotos

4º. Semestre: Seminário de pesquisa

Imagens de sensores remotos

3º. Semestre: Dendrologia

Estatística

2º. Semestre: Botânica taxonômica

1º. Semestre: Biologia


  • Professor responsável: Miguel Angel Quimbayo Cardona



  1. JUSTIFICATIVA

A fauna silvestre é indispensável para a manutenção da dinâmica ecológica nos ecossistemas naturais devido a atividades específicas como dispersão de sementes, polinização, limpeza da natureza, reguladores de populações e bio-indicadores, entre outros. A identificação taxonômica da fauna silvestre é a base para o entendimento do seu comportamento, desenvolvimento e relação ecológica nos ecossistemas florestais.


O conhecimento da composição, estrutura e dinâmica da fauna silvestre, além das suas relações com outras populações, hábitats e grupos humanos, permite valorizar os seus benefícios nos ecossistemas e compreender o seu papel na natureza. Neste sentido, o manejo da fauna silvestre, desde os componentes ecológicos, sócio-econômicos e culturais de uma determinada região, facilitará o desenvolvimento de atividades de conservação no marco do trabalho dos Engenheiros Florestais formados na Universidade de Tolima (Colômbia).
A Faculdade de Engenharia Florestal da Universidade de Tolima, criada desde o ano 1961, vem formando ao longo do tempo profissionais capazes de atuar nas áreas de produção, uso, manejo racional e recuperação dos recursos naturais renováveis, dos recursos associados e suas relações com os ecossistemas. Dentro deste contexto, a missão tem-se focado há formação de profissionais integrais mediante a geração e apropriação do conhecimento científico, tecnológico e cultural orientado a responder aos requerimentos de desenvolvimento sustentável da nação e das regiões.
De acordo com isto, é relevante o estudo detalhado da fauna silvestre para determinar a sua relação com a vegetação, as correntes de água e solo, tanto em ecossistemas naturais como em florestas plantadas, promovendo desta forma a integração de conhecimentos aplicados para a implementação de estratégias de manejo, gestão e conservação florestal.
Por tanto, através deste curso pretende-se preparar o aluno com as ferramentas adequadas, tanto teóricas como práticas, para propor alternativas de manejo e conservação de fauna silvestre, especialmente em áreas de exploração madeireira (nativas ou cultivadas), sempre baseados num contexto social, econômico, cultural e político.



  1. OBJETIVOS


Objetivo Geral
Formar Engenheiros Florestais capazes de desenhar, desenvolver, avaliar e gerir atividades, estratégias, planos e projetos focados ao manejo e conservação da fauna silvestre em áreas de exploração madeireira, tanto florestas nativas como cultivadas.


Objetivos Específicos


  • Conhecer e aplicar os métodos taxonômicos de identificação das espécies de fauna silvestre.




  • Reconhecer e aplicar as técnicas de observação e captura como ferramentas fundamentais para a identificação de animais silvestres.




  • Reconhecer a política e legislação nacional que protegem a fauna silvestre e que permitem seu uso sustentável ou indireto.




  • Identificar e analisar as pautas necessárias para o diagnóstico sobre o estado atual das espécies de fauna silvestre e suas prioridades de conservação.







  • Proporcionar as bases técnico-metodológicas necessárias para a proposição de alternativas de manejo e conservação de fauna silvestre em áreas de exploração madeireira.




  • Analisar os vazios de pesquisa sobre fauna silvestre em áreas exploradas a nível nacional e internacional.



Objetivo Oculto
Prover aos alunos conceitos teóricos e exemplos práticos, básicos sobre o estado atual, política, legislação e técnicas de estudo, focados à tomada de decisões prioritárias de conservação e manejo de fauna silvestre em áreas de exploração florestal, sempre com um componente interdisciplinar, ético e com responsabilidade social.



  1. CONTEÚDO


Ementa
Biodiversidade. Fauna silvestre. Anfíbios. Répteis. Aves. Mamíferos. Taxonomia e técnicas de captura. Política e legislação. Índices de diversidade. Vulnerabilidade. Risco. Pressões. Ameaças. Fragmentação e conectividade. Conservação in situ. Impactos da exploração. Caça. Planejamento e gestão florestal. Manejo florestal.

Programa Analítico
Unidade 1: Definições Específicas

  • Conceitos (Fauna silvestre – Fauna doméstica – Fauna exótica)

  • Biodiversidade (Conceitos – Convenção da biodiversidade – Causas de perda de biodiversidade – Países megadiversos – Medidas de biodiversidade)

  • Biodiversidade em Colômbia (Representação da biodiversidade colombiana – Biomas da Colômbia)

Unidade 2: Política e Legislação



  • Marco internacional (CITES – Cume da terra)

  • Legislação nacional (Decreto regulamentar No. 1608 de 1978 – Lei 99 de 22 de dezembro de 1993 – Política nacional de biodiversidade)

Unidade 3: Integridade Ecológica



  • Conceitos

  • Análise de pressões e ameaças

  • Análise de vulnerabilidade

  • Análise de risco

  • Representatividade

  • Fragmentação e conectividade

  • Funcionalidade

Unidade 4: Taxonomia e Identificação de Fauna Silvestre Colombiana



  • Principais características e particularidades

  • Anfíbios (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de amostragem)

  • Répteis (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de amostragem)

  • Aves (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de observação e amostragem)

  • Mamíferos (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de amostragem)

Unidade 5: Impactos da Exploração Madeireira sobre a Fauna Silvestre



  • Impactos diretos em florestas nativas (Mudanças na fauna – Mudanças na vegetação – Sistemas silviculturais – Intensidade de manejo – Concessões para exploração – Paisagens exploradas e fragmentadas)

  • Impactos indiretos em florestas nativas (Caça – Estradas – Tráfico – Invasão de espécies – Fogo)

  • Impactos em florestas plantadas

Unidade 6: Alternativas de Manejo e Conservação de Fauna Silvestre em Áreas de Exploração Madeireira



  • Manejo de áreas de exploração

  • Planejamento antes da exploração

  • Redução de impactos das atividades silviculturais sobre a fauna silvestre

  • Proteção de hábitats em áreas de exploração florestal

  • Monitoramento

  • Recomendações para pesquisadores



  1. PROPOSTAS METODOLÓGICAS


Estratégias de Ensinagem em Aula


  • Aulas teóricas expositivas




  • Aulas práticas de campo e de laboratório




  • Discussões em aula de artigos, capítulos de livros ou documentos




  • Apresentações individuais ou em grupo de seminários




  • Projeção de vídeos




  • Palestras de expertos



Estratégias de Ensinagem Extra Aula


  • Leituras programadas




  • Planejamento e execução de trabalho de campo




  • Elaboração de propostas e de relatórios técnicos




  • Pesquisa e busca de informação



  1. PROGRAMAÇÃO DAS UNIDADES DE TRABALHO




Tempo

Unidades de Trabalho


Aula 1

Conteúdo:

  • Apresentação do professor e dos alunos

  • Estabelecimento dos acordos de andamento da disciplina

  • Discussão e aprovação do plano de ensino

  • Dúvidas e expectativas

  • Formação de grupos de trabalho


Atividades:

  • Dinâmica de apresentações da turma e o professor

  • Exposição das “regras do jogo” por parte do professor

  • Leitura do plano de ensino e assinatura por parte do professor e o representante da turma

  • Busca e pesquisa de informação relacionada com a Unidade 1



Aula 2

Conteúdo:

Unidade 1 – Definições Específicas



  • Conceitos (Fauna silvestre – Fauna doméstica – Fauna exótica)

  • Biodiversidade (Conceitos – Convenção da biodiversidade – Causas de perda de biodiversidade – Países megadiversos – Medidas de biodiversidade)

  • Biodiversidade em Colômbia (Representação da biodiversidade colombiana – Biomas da Colômbia)


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Discussão em aula sobre documento de leitura entregado na aula anterior

  • Discussão em aula sobre busca e pesquisa de temática específica.


Bibliografía:

  • DEPARTAMENTO NACIONAL DE PLANEACIÓN – Instituto de Investigación de Recursos Biológicos Alexander von Humboldt – Ministerio del Medio Ambiente. 1998. Colombia biodiversidad siglo XXI. Propuesta técnica para la formulación de un plan de acción nacional en biodiversidad. Santafé de Bogotá, Colombia.

  • INSTITUTO DE INVESTIGACIONES DE RECURSOS BIOLÓGICOS ALEXANDER VON HUMBOLDT. 1997. Informe nacional sobre el estado de la biodiversidad Colombia. Tomo I. Diversidad biológica. Ministerio del Medio Ambiente – Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA).

  • INSTITUTO DE INVESTIGACIONES DE RECURSOS BIOLÓGICOS ALEXANDER VON HUMBOLDT. 1997. Informe nacional sobre el estado de la biodiversidad Colombia. Tomo II. Causas de Pérdida de Biodiversidad. Ministerio del Medio Ambiente – Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA).

  • INSTITUTO DE INVESTIGACIONES DE RECURSOS BIOLÓGICOS ALEXANDER VON HUMBOLDT. 1997. Informe nacional sobre el estado de la biodiversidad Colombia. Tomo III. Capacidad Nacional Actual para la Conservación y el Uso Sostenible de la Diversidad Biológica. Ministerio del Medio Ambiente – Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA).

  • MAST, Roderic; Rodríguez, José Vicente; Gómez, Raquel & Mittermeier, Russell A. 1993. Prioridades para la conservación de la biodiversidad a nivel mundial, con especial énfasis en Colombia. Nuestra Diversidad Biológica. Fundación Alejandro Ángel Escobar – CEREC. Bogotá, Colombia.



Aula 3

Conteúdo:

Unidade 2 – Política e Legislação



  • Marco internacional (CITES – Cume da terra)

  • Legislação nacional (Decreto regulamentar No. 1608 de 1978 – Lei 99 de 22 de dezembro de 1993 – Política nacional de biodiversidade)


Atividades:

  • Apresentações em grupo das principais políticas e legislação

  • Discussão em aula sobre as apresentações feitas


Bibliografia:

  • CITES. Convención internacional sobre el tráfico de especies silvestres. República de Colombia - Ministerio del Medio Ambiente.

  • INDERENA. Decreto 2811 de 1974. Código Nacional de los Recursos Naturales Renovables.

  • MINISTERIO DEL MEDIO AMBIENTE. Ley 99 (diciembre 22 de 1993).

  • REPÚBLICA DE COLOMBIA – Sistema Nacional Ambiental – Ministerio del Medio Ambiente. Gestión ambiental para la fauna silvestre en Colombia. Santafé de Bogotá. 1997.



Aula 4

Conteúdo:

Unidade 3 – Integridade Ecológica



  • Conceitos

  • Análise de pressões e ameaças

  • Análise de vulnerabilidade

  • Análise de risco

  • Representatividade

  • Fragmentação e conectividade

  • Funcionalidade


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Discussão em aula sobre documentos de leitura entregados na aula anterior

  • Discussão em aula sobre busca e pesquisa de temática específica.


Bibliografia:

  • GROOM, M. J.; G. K. Meffe & R. Carroll. 2006. Principles of Conservation Biology. 793 pp

  • GUTZWILLER, KEVIN. 2002. Applying Landscape Ecology in Biological Conservation. Oct 4, 2002

  • PRIMACK, R. B. Essentials of Conservation Biology. Second edition. 659 pp



Aula 5

Conteúdo:

Unidade 4 – Taxonomia e Identificação de Fauna Silvestre Colombiana



  • Principais características e particularidades

  • Anfíbios (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de amostragem)

  • Répteis (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de amostragem)


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Projeção de vídeo (anfíbios e répteis venenosos – acidente ofídico)

  • Aula prática de laboratório (visita ao laboratório de herpetologia da Universidade de Tolima)


Bibliografia:

  • CAMPBELL, J. A. & Lamar, W. W. The venomous reptiles of latin america. Departmentof Biology, The University of Texas at Arlington. United States of America. 1989.

  • DAY, Gerald I; Schemnitz, Sanford D. & Taber, Richard D. 1987. Captura y marcación de animales silvestres. Manual de técnicas de gestión de vida silvestre. Printed in the United States of America for the Wildlife Society.

  • MEJIA A. Rodrigo. 1987. Serpientes de Colombia, su relación con el hombre. Academia de Medicina de Medellín. Medellín. pp 67-117

  • PÉREZ – SANTOS, C.; Moreno G., Ana. Ofidios de Colombia. Monigrafie VI. Museo regionale di scienze naturali. Torino. 1988.

  • PETERS, James A. & Orejas-Miranda, Braulio. 1986. Catalogue of the neotropical Squamata. Smithsonian Institution Press.

  • RENJIFO, Juan Manuel. 1997. Ranas y sapos de Colombia. Editorial Colina.



Aula 6

Conteúdo:

Unidade 4 – Taxonomia e Identificação de Fauna Silvestre Colombiana



  • Aves (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de observação e amostragem)


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Planejamento e execução de aula prática de campo no jardim botânico da Universidade de Tolima planejada com os alunos


Bibliografia:

  • HILTY, S. & Brown, W. 1986. A guide to the birds of Colombia. Princeton University Press, New Jersey. 836 pp.

  • SALAMAN, P; Cuadros, T; Jaramillo, J. G. & Weber, W. 2001. Lista de chequeo de las aves de Colombia. Sociedad Antioqueña de Ornitología.

  • ROBBINS, Chandler S.; Bruun, Bertel & Zim, Herbert S. 1986. A guide to field identification birds of north America. Golden Books. New York, U.S.A.

  • RALPH, C. John; Geupel, Geoffrey R; Pyle, Peter; Martin, Thomas E; DeSante, David F & Milá, Borja. 1995. Manual de métodos de campo para el monitoreo de aves terrestres. General Technical Report, Albany, CA: Pacific Southwest Station, Forest Service, U.S. Department of Agriculture.



Aula 7

Conteúdo:

Unidade 4 – Taxonomia e Identificação de Fauna Silvestre Colombiana



  • Mamíferos (Taxonomia – Técnicas de identificação – Métodos de amostragem)


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Apresentações em grupo das características taxonômicas dos mamíferos e das técnicas de amostragem.


Bibliografia:

  • RODRÍGUEZ–MAHECHA, J. V; Hernández – Camacho, J; Defler, T.; Alberico, M.; Mast, R.; Mittermeier, R. & Cadena, A. 1995. Mamíferos colombianos: sus nombres comunes e indígenas. Occasional papers in conservation biology (No. 3).

  • EISENBERG, J. F. 1986. Mammals of the northern neotropics. Volume I.

  • EMMONS, Louise H. 1997. Neotropical rainforest mammals, a field guide. Second edition. The University of Chicago Press.

  • MUÑOZ, Javier. 1995. Clave de murciélagos vivientes en Colombia. Editorial Universidad de Antioquia.



Aula 8

Conteúdo:

Unidade 3 – Integridade Ecológica

Unidade 4 – Taxonomia e Identificação de Fauna Silvestre Colombiana
Atividades:


  • Planejamento e execução de prática de campo para a aplicação das metodologias de amostragem e identificação de fauna silvestre numa área natural (Duração 1 semana)

  • Aplicação das análises contidas na integridade ecológica



Aula 9


Conteúdo:

Unidade 3 – Integridade Ecológica

Unidade 4 – Taxonomia e Identificação de Fauna Silvestre Colombiana
Atividades:


  • Elaboração e entrega de relatórios técnicos em grupos sobre o trabalho de campo desenvolvido (caracterização da fauna silvestre: anfíbios, répteis, aves e mamíferos, integridade ecológica, conclusões e recomendações)

  • Apresentações em grupo dos resultados do trabalho de campo

  • Discussão em grupo sobre as apresentações de cada grupo.



Aula 10


Conteúdo:

Unidade 5 – Impactos da Exploração Madeireira sobre a Fauna Silvestre



  • Impactos diretos em florestas nativas (Mudanças na fauna – Mudanças na vegetação – Sistemas silviculturais – Intensidade de manejo – Concessões para exploração – Paisagens exploradas e fragmentadas)


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Apresentações individuais de artigos, capítulos de livros ou documentos relacionados com o tema


Bibliografia:

  • FIMBEL, R. A., GRAJAL, A. & ROBINSON, J. G. 2001. The cutting edge: Conserving wildlife in logged tropical forests. Columbia University Press, New York.

  • MIJAARD, E. SHEIL, D. NASI, R. AUGERI, D. ROSENBAUM, B. ISKANDAR, D. SETYAWATI, T. LAMERTINK, M. RACHMATIKA, I. WONG, A. SOEHARTONO, T. STANLEY, S. & O’BRIEN, T. 2005. Life after logging: Reconciling wildlife conservation and production forestry in Indonesian Borneo. Center for International Forestry Research (CIFOR).



Aula 11


Conteúdo:

Unidade 5 – Impactos da Exploração Madeireira sobre a Fauna Silvestre



  • Impactos indiretos em florestas nativas (Caça – Estradas – Tráfico – Invasão de espécies – Fogo)


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Apresentações individuais de artigos, capítulos de livros ou documentos relacionados com o tema


Bibliografia:

  • FIMBEL, R. A., GRAJAL, A. & ROBINSON, J. G. 2001. The cutting edge: Conserving wildlife in logged tropical forests. Columbia University Press, New York.

  • MIJAARD, E. SHEIL, D. NASI, R. AUGERI, D. ROSENBAUM, B. ISKANDAR, D. SETYAWATI, T. LAMERTINK, M. RACHMATIKA, I. WONG, A. SOEHARTONO, T. STANLEY, S. & O’BRIEN, T. 2005. Life after logging: Reconciling wildlife conservation and production forestry in Indonesian Borneo. Center for International Forestry Research (CIFOR).



Aula 12


Conteúdo:

Unidade 5 – Impactos da Exploração Madeireira sobre a Fauna Silvestre



  • Impactos em florestas plantadas


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Apresentações individuais de artigos, capítulos de livros ou documentos relacionados com o tema


Bibliografia:

  • BUNNELL, F. L. & Dunsworth, G. B. 2010. Forestry and Biodiversity: Learning How to Sustain Biodiversity in Managed Forests

  • LINSENMAIR, K. E.; Davis, J. A.; Fiala, B. & Speight, M. R. 2001. Tropical Forest Canopies: Ecology and Management (Forestry Sciences)



Aula 13


Conteúdo:

Unidade 6 – Alternativas de Manejo e Conservação de Fauna Silvestre em Áreas de Exploração Madeireira



  • Manejo de áreas de exploração

  • Planejamento antes da exploração


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Palestra de experto na temática

  • Pesquisa e busca de informação

  • Discussão em grupo


Bibliografia:

  • BUNNELL, F. L. & Dunsworth, G. B. 2010. Forestry and Biodiversity: Learning How to Sustain Biodiversity in Managed Forests

  • FIMBEL, R. A., GRAJAL, A. & ROBINSON, J. G. 2001. The cutting edge: Conserving wildlife in logged tropical forests. Columbia University Press, New York.

  • LINSENMAIR, K. E.; Davis, J. A.; Fiala, B. & Speight, M. R. 2001. Tropical Forest Canopies: Ecology and Management (Forestry Sciences)

  • MIJAARD, E. SHEIL, D. NASI, R. AUGERI, D. ROSENBAUM, B. ISKANDAR, D. SETYAWATI, T. LAMERTINK, M. RACHMATIKA, I. WONG, A. SOEHARTONO, T. STANLEY, S. & O’BRIEN, T. 2005. Life after logging: Reconciling wildlife conservation and production forestry in Indonesian Borneo. Center for International Forestry Research (CIFOR).



Aula 14


Conteúdo:

Unidade 6 – Alternativas de Manejo e Conservação de Fauna Silvestre em Áreas de Exploração Madeireira



  • Redução de impactos das atividades silviculturais sobre a fauna silvestre

  • Proteção de hábitats em áreas de exploração florestal

  • Monitoramento


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Palestra de experto na temática

  • Pesquisa e busca de informação

  • Discussão em grupo


Bibliografia:

  • BUNNELL, F. L. & Dunsworth, G. B. 2010. Forestry and Biodiversity: Learning How to Sustain Biodiversity in Managed Forests

  • FIMBEL, R. A., GRAJAL, A. & ROBINSON, J. G. 2001. The cutting edge: Conserving wildlife in logged tropical forests. Columbia University Press, New York.

  • LINSENMAIR, K. E.; Davis, J. A.; Fiala, B. & Speight, M. R. 2001. Tropical Forest Canopies: Ecology and Management (Forestry Sciences)

  • MIJAARD, E. SHEIL, D. NASI, R. AUGERI, D. ROSENBAUM, B. ISKANDAR, D. SETYAWATI, T. LAMERTINK, M. RACHMATIKA, I. WONG, A. SOEHARTONO, T. STANLEY, S. & O’BRIEN, T. 2005. Life after logging: Reconciling wildlife conservation and production forestry in Indonesian Borneo. Center for International Forestry Research (CIFOR).




Aula 15


Conteúdo:

Unidade 6 – Alternativas de Manejo e Conservação de Fauna Silvestre em Áreas de Exploração Madeireira



  • Recomendações para pesquisadores


Atividades:

  • Aula teórica expositiva

  • Discussão em grupo


Bibliografia:

  • BUNNELL, F. L. & Dunsworth, G. B. 2010. Forestry and Biodiversity: Learning How to Sustain Biodiversity in Managed Forests

  • FIMBEL, R. A., GRAJAL, A. & ROBINSON, J. G. 2001. The cutting edge: Conserving wildlife in logged tropical forests. Columbia University Press, New York.

  • LINSENMAIR, K. E.; Davis, J. A.; Fiala, B. & Speight, M. R. 2001. Tropical Forest Canopies: Ecology and Management (Forestry Sciences)

  • MIJAARD, E. SHEIL, D. NASI, R. AUGERI, D. ROSENBAUM, B. ISKANDAR, D. SETYAWATI, T. LAMERTINK, M. RACHMATIKA, I. WONG, A. SOEHARTONO, T. STANLEY, S. & O’BRIEN, T. 2005. Life after logging: Reconciling wildlife conservation and production forestry in Indonesian Borneo. Center for International Forestry Research (CIFOR).






  1. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM


Instrumentos de Avaliação


  • Provas teóricas em sala de aula




  • Provas práticas em campo




  • Seminários




  • Apresentações




  • Relatórios




  • Assistência



Critérios de Avaliação


  • Avaliação numérica das provas escritas




  • Desenvolvimento durante o trabalho de campo




  • Participação e aporte às discussões estabelecidas na sala de aula




  • Entrega e avaliação numérica dos conteúdos dos relatórios exigidos na aula




  • Avaliação das apresentações (uso de recursos, conteúdos, propriedade na hora de apresentação, pesquisa de informação adicional, seqüência de apresentação)



  1. BIBLIOGRAFIA

BUNNELL, F. L. & Dunsworth, G. B. 2010. Forestry and Biodiversity: Learning How to Sustain Biodiversity in Managed Forests


CAMPBELL, J. A. & Lamar, W. W. The venomous reptiles of latin america. Departmentof Biology, The University of Texas at Arlington. United States of America. 1989.
CITES. Convención internacional sobre el tráfico de especies silvestres. República de Colombia - Ministerio del Medio Ambiente.
DAY, Gerald I; Schemnitz, Sanford D. & Taber, Richard D. 1987. Captura y marcación de animales silvestres. Manual de técnicas de gestión de vida silvestre. Printed in the United States of America for the Wildlife Society.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE PLANEACIÓN – Instituto de Investigación de Recursos Biológicos Alexander von Humboldt – Ministerio del Medio Ambiente. 1998. Colombia biodiversidad siglo XXI. Propuesta técnica para la formulación de un plan de acción nacional en biodiversidad. Santafé de Bogotá, Colombia.
EISENBERG, J. F. 1986. Mammals of the northern neotropics. Volume I.
EMMONS, Louise H. 1997. Neotropical rainforest mammals, a field guide. Second edition. The University of Chicago Press.
FIMBEL, R. A., GRAJAL, A. & ROBINSON, J. G. 2001. The cutting edge: Conserving wildlife in logged tropical forests. Columbia University Press, New York.
GROOM, M. J.; G. K. Meffe & R. Carroll. 2006. Principles of Conservation Biology. 793 pp
GUTZWILLER, KEVIN. 2002. Applying Landscape Ecology in Biological Conservation. Oct 4, 2002
HILTY, S. & Brown, W. 1986. A guide to the birds of Colombia. Princeton University Press, New Jersey. 836 pp.
INDERENA. Decreto 2811 de 1974. Código Nacional de los Recursos Naturales Renovables.
INSTITUTO DE INVESTIGACIONES DE RECURSOS BIOLÓGICOS ALEXANDER VON HUMBOLDT. 1997. Informe nacional sobre el estado de la biodiversidad Colombia. Tomo I. Diversidad biológica. Ministerio del Medio Ambiente – Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA).
INSTITUTO DE INVESTIGACIONES DE RECURSOS BIOLÓGICOS ALEXANDER VON HUMBOLDT. 1997. Informe nacional sobre el estado de la biodiversidad Colombia. Tomo II. Causas de Pérdida de Biodiversidad. Ministerio del Medio Ambiente – Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA).
INSTITUTO DE INVESTIGACIONES DE RECURSOS BIOLÓGICOS ALEXANDER VON HUMBOLDT. 1997. Informe nacional sobre el estado de la biodiversidad Colombia. Tomo III. Capacidad Nacional Actual para la Conservación y el Uso Sostenible de la Diversidad Biológica. Ministerio del Medio Ambiente – Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA).
LINSENMAIR, K. E.; Davis, J. A.; Fiala, B. & Speight, M. R. 2001. Tropical Forest Canopies: Ecology and Management (Forestry Sciences)
MAST, Roderic; Rodríguez, José Vicente; Gómez, Raquel & Mittermeier, Russell A. 1993. Prioridades para la conservación de la biodiversidad a nivel mundial, con especial énfasis en Colombia. Nuestra Diversidad Biológica. Fundación Alejandro Ángel Escobar – CEREC. Bogotá, Colombia.
MEJIA A. Rodrigo. 1987. Serpientes de Colombia, su relación con el hombre. Academia de Medicina de Medellín. Medellín. pp 67-117
MIJAARD, E. SHEIL, D. NASI, R. AUGERI, D. ROSENBAUM, B. ISKANDAR, D. SETYAWATI, T. LAMERTINK, M. RACHMATIKA, I. WONG, A. SOEHARTONO, T. STANLEY, S. & O’BRIEN, T. 2005. Life after logging: Reconciling wildlife conservation and production forestry in Indonesian Borneo. Center for International Forestry Research (CIFOR).
MINISTERIO DEL MEDIO AMBIENTE. Ley 99 (diciembre 22 de 1993).
MUÑOZ, Javier. 1995. Clave de murciélagos vivientes en Colombia. Editorial Universidad de Antioquia.
PÉREZ – SANTOS, C.; Moreno G., Ana. Ofidios de Colombia. Monigrafie VI. Museo regionale di scienze naturali. Torino. 1988.
PETERS, James A. & Orejas-Miranda, Braulio. 1986. Catalogue of the neotropical Squamata. Smithsonian Institution Press.
PRIMACK, R. B. Essentials of Conservation Biology. Second edition. 659 pp
RALPH, C. John; Geupel, Geoffrey R; Pyle, Peter; Martin, Thomas E; DeSante, David F & Milá, Borja. 1995. Manual de métodos de campo para el monitoreo de aves terrestres. General Technical Report, Albany, CA: Pacific Southwest Station, Forest Service, U.S. Department of Agriculture.
RENJIFO, Juan Manuel. 1997. Ranas y sapos de Colombia. Editorial Colina.
REPÚBLICA DE COLOMBIA – Sistema Nacional Ambiental – Ministerio del Medio Ambiente. Gestión ambiental para la fauna silvestre en Colombia. Santafé de Bogotá. 1997.
ROBBINS, Chandler S.; Bruun, Bertel & Zim, Herbert S. 1986. A guide to field identification birds of north America. Golden Books. New York, U.S.A.
RODRÍGUEZ–MAHECHA, J. V; Hernández – Camacho, J; Defler, T.; Alberico, M.; Mast, R.; Mittermeier, R. & Cadena, A. 1995. Mamíferos colombianos: sus nombres comunes e indígenas. Occasional papers in conservation biology (No. 3).
SALAMAN, P; Cuadros, T; Jaramillo, J. G. & Weber, W. 2001. Lista de chequeo de las aves de Colombia. Sociedad Antioqueña de Ornitología.


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