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CaracterizaçÃo fenotípica preliminar de culturas isoladas de amostras clínicas de diarréias de leitões com até um dia de idade


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AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM EM CARCAÇAS DE FRANGO PARA ENUMERAÇÃO DE MICRORGANISMOS INDICADORES

MICHELLE VIEIRA DE ALMEIDA (Bolsista CNPq/UFV), MARCUS VINÍCIUS COUTINHO COSSI (Bolsista CAPES/UFV), PAULO SERGIO DE ARRUDA PINTO (Orientador/UFV), LUIS AUGUSTO NERO (Co-orientador/UFV)

A principal forma de se controlar a qualidade e segurança da carne de frango ocorre pelo monitoramento microbiológico de microrganismos indicadores, sendo fundamental a coleta adequada e confiável de amostras. As diferentes formas de amostragem de carcaças de frango podem interferir de forma significativa nos resultados finais obtidos. O objetivo desse trabalho foi avaliar diferentes metodologias de amostragem em carcaças de frango para enumeração de microrganismos indicadores de higiene. Trinta carcaças frescas de frango foram coletadas assepticamente no comércio de Viçosa, MG, e amostradas por 4 metodologias: excisão de pele (EP, resultado em cm2), swab da carcaça (SC, em cm2), excisão de tecidos (ET, em gr.), e enxágue de meia carcaça (RC, em gr.). Todas as amostras, obtidas pelas diferentes metodologias de amostragem, foram submetidas à enumeração de aeróbios mesófilos (AM, Petrifilm™ AC, 35ºC/48h), enterobactérias (EB, Petrifilm™ EB, 35ºC/48h), coliformes totais (CT) e Escherichia coli (EC) (Petrifilm™ EC, 35ºC/48h). Os resultados obtidos foram convertidos em log10 e comparados por ANOVA (P<0,05) para verificação de diferenças significativas. De forma geral, as diferentes metodologias de amostragem não apresentaram diferenças significativas quando resultados similares (em cm2 ou gr.) foram comparados. Diferença significativa foi observada apenas entre as médias de CT de carcaças amostradas por ET e RC (P>0,05). A metodologia de excisão de fragmentos foi a que permitiu maior recuperação dos microrganismos indicadores, sendo assim um melhor indicativo da qualidade microbiológica das carcaças analisadas. Entretanto, por ser uma metodologia destrutiva, prejudica a integridade das amostras. Porém, os resultados obtidos demonstraram que metodologias não destrutivas de amostragem, como o enxágue de carcaça, podem ser utilizadas no controle de qualidade microbiológica de frangos com resultados similares e confiáveis, exceto para CT.

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UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 / VETERINÁRIA



QUALIDADE E SEGURANÇA MICROBIOLÓGICA DE CARCAÇAS DE FRANGO COMERCIALIZADAS INFORMALMENTE EM VIÇOSA MG

MICHELLE VIEIRA DE ALMEIDA (Bolsista CNPq/UFV), MARCUS VINÍCIUS COUTINHO COSSI (Bolsista CAPES/UFV), LUANA MARTINS PERIN (Bolsista CNPq/UFV), PAULO SERGIO DE ARRUDA PINTO (Orientador/UFV), LUIS AUGUSTO NERO (Co-orientador/UFV)

O crescimento da produção da carne de frango e as transformações dos hábitos alimentares dos consumidores estimulam o desenvolvimento de programas de controle de qualidade, baseados fundamentalmente no monitoramento de microrganismos indicadores de higiene e patogênicos, como Salmonella spp. Em produtos comercializados informalmente, sem inspeção, não há garantias de que esse controle ocorra, o que pode determinar a presença de microrganismos indesejáveis. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade microbiológica e presença de Salmonella spp. em carcaças de frango comercializadas sem fiscalização. Foram coletadas 30 carcaças de frango no comércio de Viçosa, MG, e submetidas às seguintes análises: enumeração de aeróbios mesófilos (AM, Petrifilm™ AC, 35oC/48h), enterobactérias (EB, Petrifilm™ Enterobacteriaceae, 35oC/48h), coliformes totais (CT) e Escherichia coli (EC) (Petrifilm™ EC, 35oC/48h), e pesquisa de Salmonella spp. As amostras analisadas apresentaram contagens média de 5,66 log UFC/gr para AM, 4,17 log UFC/gr para EB, 3,13 log UFC/gr para CT, e 2,61 log UFC/gr para EC. Apenas uma amostra apresentou resultado positivo para Salmonella spp. Nove amostras apresentaram contagens de AM acima de 106 UFC/g, o que é considerado indicativo de baixa qualidade em alimentos crus. No Brasil, não existem parâmetros oficiais para EB, CT e EC em carcaças de frango, apenas para coliformes a 45ºC, com contagem máxima de 4 log UFC/gr. Considerando esse valor, todas as amostras apresentaram contagens de EC dentro do limite. Os resultados obtidos sugerem boas condições de manipulação e conservação das amostras, porém não são suficientes para assegurar a qualidade microbiológica de frangos comercializados sem inspeção de forma generalizada. Apesar de terem sido verificadas baixas frequências de amostras com Salmonella spp. ou contagens de indicadores indesejáveis, outros fatores devem ser considerados no julgamento sanitário, como presença de resíduos químicos e antimicrobianos, os quais podem alterar significativamente os resultados das análises microbiológicas.

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UTILIZAÇÃO DE NUTRACÊUTICO NA REPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE ARTICULAR DE CÃES – TESTES DE SEGURANÇA

NAIRA JANDAFET SAMPAIO MARTINS (Não Bolsista/UFV), ANDREA PACHECO BATISTA BORGES (Orientador/UFV), RENATO BARROS ELEOTÉRIO (Bolsista CNPq/UFV), KELLY CRISTINE DE SOUSA PONTES (Bolsista CAPES/UFV), JOÃO PAULO MACHADO (Não Bolsista/UFV), PRISCILA SOARES FERREIRA (Bolsista/UFV), NATÁLIA ALVES FERNANDES (Bolsista FAPEMIG/UFV), MARIANA BRETTAS SILVA (Não Bolsista/UFV), EMILY CORRENA CARLO REIS (Bolsista CAPES/UFV), TATIANA BORGES DE CARVALHO (Bolsista CAPES/UFV)

A administração de substâncias neutracêuticas está sendo amplamente utilizada na medicina humana e, aliada à minimização dos fatores de risco, constitui a primeira opção terapêutica e preventiva da DAD nos pacientes humanos. Tais produtos destinados ao homem são considerados medicamentos no Brasil e distribuídos pela indústria farmacêutica, possuindo controle e certificação da ANVISA, que garante a qualidade e eficiência do produto por meio dos testes de eficácia e segurança exigidos pelo Ministério da Saúde para medicamentos humanos. Mais recentemente tais substâncias foram disponibilizadas para animais, no entanto, os produtos passam somente por um controle do Serviço de Inspeção Federal, o que resguarda sua administração na forma de suplemento nutricional e não de medicamento. Uma vez considerado suplemento nutricional, o condroprotetor é comercializado independente de prescrição veterinária, gerando dúvidas quanto à eficiência das diferentes concentrações das substâncias encontradas nas diferentes marcas, o que, aliado à carência dos estudos exigidos pelo Ministério da Agricultura para comprovação da eficácia e segurança, gera controvérsias na sua utilização. Objetivou-se testar a segurança de um produto a base de glicosamina e sulfato de condroitina, por meio dos exames de glicemia, hemograma, AST, ALT, uréia, creatinina, fibrinogênio, tromboplastina parcial ativada e tempo de protombina, que são exames importantes para averiguar se o produto interferiu negativamente no organismo dos cães. Seis animais (grupo tratado) receberam o produto via oral durante 90 dias e outros seis (grupo controle) não o receberam. As amostras de sangue para os exames foram coletadas anteriormente ao tratamento e depois aos 45 e 90 dias de tratamento. Houve alteração nos níveis de ALT, AST, FA e uréia e nos tempos de protombina e tromboplastina parcial ativada em ambos os grupos de forma equivalente. Portanto, não houve evidências de que o produto interfere negativamente no organismo de cães quando utilizado na dose recomendada pelo fabricante.

(CNPq/FAPEMIG/Ouro Fino Pet )

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PARASITISMO POR DERMANYSSUS SP. EM TIZIU (VOLATINIA JACARINA) (LINNAEUS, 1766): RELATO DE CASO

NATALIA PHILADELPHO AZEVEDO (Não Bolsista/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV), JULIANO VOGAS PEIXOTO (Bolsista CAPES/UFV), MOACIR CARRETTA JUNIOR (Não Bolsista/UFV), VINÍCIUS HEROLD DORNELAS E SILVA (Não Bolsista/UFV), FILIPE TAVARES CARNEIRO (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV), AYISA RODRIGUES DE OLIVEIRA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), NÍTSA ERCLIEWISKI FALCON RODRIGUES (Não Bolsista/UFV), ANA CAROLINA ORTEGAL ALMEIDA (Não Bolsista/UFV), TARCIZIO ANTONIO REGO DE PAULA (Orientador/UFV)

As dermatoses são muito freqüentes entre as aves silvestres, sendo que o diagnóstico, tratamento e orientação profilática são variáveis de acordo com a etiologia do processo. Os ácaros são responsáveis pela maioria dos casos de dermatoses que acometem esses animais em cativeiro. Objetivou-se com este trabalho relatar um caso de parasitismo por Dermayssus sp. em um azulão (Cyanocompsa brissonii) macho e adulto, oriundo da Zona da Mata mineira, encaminhado em agosto de 2009 ao Centro e Triagem de Animais Silvestres da Universidade Federal de Viçosa (CETAS-UFV) após ser apreendido pela Polícia Militar do Meio Ambiente. No exame clínico do animal observou-se que a plumagem estava sem brilho e as penas das asas e da cauda apresentam-se como se estivessem roídas. O animal foi contido e dele foram retiradas algumas penas, as quais foram imediatamente analisadas no Laboratório Clínico do CETAS-UFV. Os ácaros encontrados foram clarificados em lactofenol, examinados em estereomicroscópio e microscópio óptico e identificados segundo chaves brasileiras. Observou-se a presença de Dermayissus sp. (Acari: Dermanyssidae), parasita do corpo das galinhas e de diversas espécies de aves domésticas e silvestres. As dermatoses de origem parasitária, ocorrem sobretudo em animais mantidos em cativeiro e são freqüentemente associadas a condições de depressão do sistema imune devido ao estresse, observadas principalmente em espécimes submetidas à criação em ambientes inadequados. A avaliação da higidez dos animais silvestres é de grande importância na realização de ações para a conservação das espécies. (CAPES, Fpapemig, CNPq)

(IEF, Instituto Estadual de Florestas MG )

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PARASITISMO POR SARCOPTES SCABIEI (DE GEER, 1778) EM LOBO-GUARÁ (CHRYSOCYON BRACHYURUS) (ILLIGER, 1811): RELATO DE CASO

NATALIA PHILADELPHO AZEVEDO (Não Bolsista/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV), GEDIENDSON RIBEIRO DE ARAÚJO (Não Bolsista/UFV), THYARA DE DECO SOUZA (Não Bolsista/UFV), MOACIR CARRETTA JUNIOR (Não Bolsista/UFV), LEANES CRUZ DA SILVA (Não Bolsista/UFV), LETÍCIA BERGO COELHO FERREIRA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Bolsista CAPES/UFV), TARCIZIO ANTONIO REGO DE PAULA (Orientador/UFV)

As dermatoses são muito freqüentes entre os animais silvestres, sendo que o diagnóstico, tratamento e orientação profilática são variáveis de acordo com a etiologia do processo. Os ácaros são responsáveis pela maioria dos casos de dermatoses que acometem esses animais em cativeiro. Objetivou-se com este trabalho relatar um caso de parasitismo por Sarcoptes scabiei em um lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) fêmea e adulta, oriunda da Zona da Mata mineira, encaminhada em fevereiro de 2009 ao Centro e Triagem de Animais Silvestres da Universidade Federal de Viçosa (CETAS-UFV) após ser vítima de atropelamento. No exame clínico do animal observou-se uma extensa área eritematosa e alopécica na face, com indícios de prurido. A loba foi contida fisicamente e raspados de pele das áreas afetadas foram realizados. Os ácaros encontrados foram clarificados em lactofenol, examinados em estereomicroscópio e microscópio óptico e identificados segundo chaves brasileiras. Observou-se a presença de S. scabiei (Acari: Sarcoptidae), parasita da pele de mamíferos e do homem, nos quais determina a sarna sarcóptica ou escabiose. Imediatamente após o resultado iniciou-se o tratamento com ivermectina a cada 15 dias na dose de 0,2 mg/kg. O animal apresentou melhora após a terceira aplicação do medicamento, com negatividade para S. scabiei, sendo então decretado o fim das aplicações. As dermatoses de origem parasitária, como a sarna sarcóptica, ocorrem sobretudo em animais mantidos em cativeiro e são freqüentemente associadas a condições de depressão do sistema imune devido ao estresse, observadas principalmente em espécimes submetidas à criação em ambientes inadequados. A avaliação da higidez dos animais silvestres é de grande importância na realização de ações para a conservação das espécies. (CAPES, CNPq)

(IEF, Instituto Estadual de Florestas MG )

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INVESTIGAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES PARA DIFERENCIAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE GÊNEROS E ESPÉCIES DE CARRAPATOS VETORES DE AGENTES RICKETTSIAIS

NAYRA FERNANDES SANTOS (Bolsista CNPq/UFV), CLAUDIO LISIAS MAFRA DE SIQUEIRA (Orientador/UFV)

Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Os carrapatos são artrópodes hematófagos, tendo uma grande importância parasitológica não somente devido à sua ação espoliativa sobre o hospedeiro, mas também pela elevada capacidade de atuar como vetores de agentes patogênicos, entre os quais estão vírus, bactérias, protozoários e nematóides. No entanto, sabe-se que o estudo do ciclo de vida desses artrópodes e da epidemiologia das doenças transmitidas por eles é muito prejudicado por dificuldades relacionadas com a correta identificação taxonômica. Tradicionalmente, apenas características morfológicas são utilizadas para tal identificação, a partir de ferramentas conhecidas como chaves taxonômicas. Entretanto, estas chaves são geralmente ambíguas, abertas a dúvidas, usadas apenas num estádio particular de desenvolvimento do espécime, dependente do estado de conservação do animal, além de exigirem considerável conhecimento especializado do operador. Estes fatos transformam a identificação de carrapatos numa atividade muito laboriosa. Neste contexto, o presente trabalho objetivou a busca de marcadores moleculares capazes de identificar e distinguir diferentes gêneros e espécies de carrapatos por meio da realização de reações de PCR (Reações de Polimerase em Cadeia), utilizando-se primers específicos e padronizados de modo a ter elevada funcionalidade. Como controle, usou-se espécimes de carrapatos oriundos de laboratórios de referência. Neste experimento, que faz parte de um projeto maior em execução, comprovou-se esta funcionalidade pelo êxito obtido para os primers desenhados para o gênero Dermacentor, resultando como produto um amplicon de tamanho específico.  Diante disso, pode-se concluir que estes marcadores moleculares contribuem significativamente para a identificação molecular de carrapatos, pois de forma inédita, investigou e encontrou sequencias gênicas que, amplificadas, permitem identificar e, ou, diferenciar carrapatos de grande importância para a medicina veterinária e para a saúde pública.

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CONGESTÃO GENERALIZADA EM LOBO-GUARÁ (CHRYSOCYON BRACHYURUS): RELATO DE CASO

NÍTSA ERCLIEWISKI FALCON RODRIGUES (Não Bolsista/UFV), ANA PAULA LIMA PERDIGÃO (Não Bolsista/UFV), ANA CAROLINA ORTEGAL ALMEIDA (Não Bolsista/UFV), VINÍCIUS HEROLD DORNELAS E SILVA (Não Bolsista/UFV), FILIPE TAVARES CARNEIRO (Bolsista FAPEMIG/UFV), AYISA RODRIGUES DE OLIVEIRA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), MOACIR CARRETTA JUNIOR (Não Bolsista/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV), TARCIZIO ANTONIO REGO DE PAULA (Orientador/UFV), GUSTAVO ROLLO MUNIZ DE OLIVEIRA (Não Bolsista/UFV)

O Centro de Triagem de Animais Silvestres da Universidade Federal de Viçosa (CETAS-UFV) é um órgão vinculado ao IBAMA e ao IEF responsável pelo tratamento e destinação de animais silvestres oriundos de atropelamentos, entregas espontâneas, apreensões e resgate de fauna. A determinação da causa da morte de animais silvestres é de grande importância na realização de ações para a conservação das espécies. A proximidade com ambientes humanizados torna esses animais susceptíveis a agentes infecciosos, parasitários e químicos presentes no meio doméstico. Com esse trabalho objetivou-se relatar um caso de congestão generalizada em um lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) fêmea e adulta mantida pelo CETAS-UFV, que veio a óbito subitamente em maio de 2009. À necropsia, observou-se adrenais aumentadas de volume e subcutâneo apresentando, ao longo de grande extensão, vasos congestos e formações petequiais. Constatou-se hemopericárdio e fibrose na válvula mitral, além de infarto no miocárdio. Ao exame histopatológico observou-se congestão em fragmentos do estomago, esôfago, intestinos, fígado, pulmão, baço e rins. A congestão é um processo passivo que resulta da redução do efluxo de um tecido. Pode ocorrer localmente como conseqüência da obstrução venosa isolada ou de forma sistêmica, por insuficiência cardíaca. Alguns órgãos podem apresentar áreas fibrosadas decorrente da degeneração ou morte de células parenquimatosas. Outros podem apresentar-se inchados já que a congestão está intimamente relacionada com edemas. Diante dos resultados analisados suspeitou-se de uma intoxicação por substância com ação anticoagulante, apesar dessa suspeita não ter sido confirmada por falta de recursos para a análise de material. Tal suspeita é intensificada pela forma súbita do óbito e pelo bom estado nutricional em que o animal se encontrava. (CAPES, Fapemig, CNPq, IEF-MG)

(IEF, Instituto Estadual de Florestas MG )

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IDENTIFICAÇÃO DO PADRÃO TRICOLÓGICO DE GATO DO MATO PEQUENO (LEOPARDUS TIGRINUS, SCHREBER, 1775) ENCONTRADO NA ZONA DA MATA MINEIRA, MG.

PABLO SANTOS RODRIGUES (Não Bolsista/UFV), TARCIZIO ANTONIO REGO DE PAULA (Orientador/UFV), GEDIENDSON RIBEIRO DE ARAÚJO (Não Bolsista/UFV), THYARA DE DECO SOUZA (Bolsista outra Instituição/UFV), GUILHERME DE SOUSA CAMPONÊZ (Não Bolsista/UFV), CECÍLIA MARIA VIANA VALE (Não Bolsista/UFV), MARCOS VINÍCIUS RODRIGUES (Bolsista outra Instituição/UFV), JULIANO VOGAS PEIXOTO (Bolsista CNPq/UFV), GRAZIELLA DE SOUZA CORREIA VASCONCELOS (Bolsista outra Instituição/UFV)

O gato-do-mato-pequeno, ocorre em todo o Brasil e está classificado como vulnerável pela lista da Fauna Silvestre Brasileira Ameaçada de Extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente em 2008. Como todos os felídeos, esta espécie tem sofrido diminuição de extensão e qualidade de habitat, com declínio populacional. Estudos de sua ecologia e conservação podem ser realizados utilizando a tricologia, usando pêlos encontrados em fezes ou em armadilhas específicas. O presente trabalho teve como objetivo identificar o padrão cuticular e medular de gato do mato pequeno mantidos pelo CETAS-UFV. Foram coletados tufos de pêlos da região dorso torácica de oito espécimes de gato mato pequeno mantidos no CETAS-UFV. Foram separados os pêlos guarda dos tufos e lavados em álcool 70% para confecção de lâminas para visualização do padrão cuticular e medular no Laboratório Clínico e Ambiental do CETAS-UFV. Para a observação do padrão cuticular foi feito a impressão dos pêlos em lâmina coberta com uma fina camada de esmalte incolor. Na observação da medula dos pêlos, esses foram diafanizados em água oxigenada com pó descolorante e depois imersos em bálsamo do Canadá entre a lamínula e a lâmina.  A classificação utilizada para descrever os padrões foi a proposta por Quadros (2002). Foi observado um padrão cuticular estreito e um padrão medular trabecular fimbriado. Apesar de não haver relatos na literatura do padrão cuticular e medular de gato do mato encontrado na Zona da Mata Mineira, os achados nesse trabalho diferem ao descrito por Quadros (2002), pois segundo a autora o padrão cuticular seria losângico estreito, mas corresponde ao padrão cuticular e medular descrito por outros pesquisadores.(CNPq)

 (IEF, Instituto Estadual de Florestas MG )

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TUMORES CUTÂNEOS EM CÃES: ESTUDO RETROSPECTIVO DA CASUÍSTICA DO HOSPITAL VETERINÁRIO – DVT - UFV

PÉRICLES MARIANO DE ARAUJO (Bolsista CNPq/UFV), LISSANDRO GONCALVES CONCEICAO (Orientador/UFV), TÁSSIA SELL FERREIRA (Não Bolsista/UFV), BRENO SOUZA SALGADO (Não Bolsista/UFV), JOSE DO CARMO LOPES MOREIRA (Não Bolsista/UFV)

A pele é o local mais comum de ocorrência de neoplasias em cães, provavelmente devido à extensa superfície exposta a agentes carcinogênicos. Alem disso, a pele é um órgão formado por diversos tecidos que podem sofrer transformação neoplásica. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a ocorrência das neoplasias cutâneas na espécie canina no HV, DVT, UFV, no período entre 1992 e 2008. A partir das fichas patológicas, regataram-s também as fichas clinicas para informações adicionais. As neoplasias mais freqüentes foram o mastocitoma (19,1%), seguido pelo lipoma (7%) e adenoma hepatóide (5,1%). Outras neoplasias de origem de células redondas diagnosticadas foram linfoma (3,3%), histiocitoma (2,8%) e plasmocitoma, TVT, histiocitose, neoplasias de células redondas indiferenciadas, com 1,4% cada. Dentre as neoplasias mesenquimais, após o lipoma seguiram-se o hemangioma e hemangiossarcoma com 4,2% cada, e o fibrossarcoma (3,3%). Dentre as neoplasias de origem epitelial mais frequentes após o adenoma hepatóide foram carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma hepatóide com 4,2% cada, e o tricoblastoma (3,3%) O melanoma e o melanocitoma corresponderam a 3,7% e 1,9%, respectivamente. Não foi possível estabelecer nenhuma correlação entre comportamento biológico e a presença de ulcerações, aderência tissular, tempo de evolução, localização anatomica, e tamanho da massa neoplásica. Concluindo, o mastocitoma foi o neoplasma mais frequente dentre todos os casos estudados. O lipoma foi a neoplasia mais frequente dentre as neoplasias de origem mesenquimal e o adenoma hepatóide foi a mais frequentes entre as neoplasias de origem epitelial.

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UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 /VETERINÁRIA



BIXINA COMO PIGMENTO NA ALIMENTAÇÃO DO PEIXE ORNAMENTAL COLISA SANGUE COLISA LALIA

LÍDIA NARA ALVES NUNES (Não Bolsista/UFV), RAFAEL ALVES VIANNA (Não Bolsista/UFV), IGOR HIROSHI TERAYAMA DE OLIVEIRA (Bolsista CNPq/UFV), MARCIO APARECIDO CANDIDO NICASSIO (Não Bolsista/UNIVIÇOSA), Marcio Aparecido Candido Nicassio (Não Bolsista/UNIVIÇOSA), FABRÍCIO PEREIRA REZENDE (Bolsista CNPq/UFV)

Na alimentação de peixes ornamentais cultivados no Brasil, utiliza-se basicamente rações para peixes de corte, pobres em pigmentos naturais, fato que, somado à baixa produção de organismos planctônicos em sistemas de criação intensivos e superintensivos, impossibilita a acumulação de pigmentos carotenóides e flavonóides em níveis suficientes para intensificação da coloração da pele nos peixes destinados à comercialização. Os pigmentos naturais são produzidos por bactérias, leveduras, algas e vegetais superiores podendo ser encontrados em sementes, folhas, flores, raízes e frutos. A fim de avaliar a eficiência de pigmentação da pele de peixes e efeitos no desempenho, utilizou-se na alimentação do peixe Colisa lalia variedade sangue dietas enriquecidas com cinco níveis do carotenóide bixina (0, 719, 1.390, 2.110 e 2.890 mg/kg) extraídos de sementes de urucum (Bixa orellana). O experimento foi conduzido com cinco repetições sob delineamento em blocos casualizados. Os resultados mostram não haver influência da bixina até o nível de 2.890 mg/kg sobre a intensidade de coloração amarelo-avermelhada da pele dos peixes. Entretanto, em relação aos efeitos no desempenho não foram observadas alterações positivas, possivelmente, pelo fato dos peixes terem sido mantidos em condições experimentais ótimas. Situação na qual os efeitos benéficos do carotenóide não puderam ser observados em função das condições ambientais favoráveis.

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UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 / VETERINARIA



EFICIÊNCIA MICROBIANA DE ANIMAIS NELORE PUROS OU CRUZADOS, ALIMENTADOS COM ALTO OU BAIXO NÍVEL DE CONCENTRADO OU EM NÍVEL DE MANTENÇA

PALOMA BARAÚNA PEIXOTO (Não Bolsista/UFV), MARCOS INÁCIO MARCONDES (Bolsista CNPq/UFV), SEBASTIAO DE CAMPOS VALADARES FILHO (Orientador/UFV), LAURA FRANCO PRADOS (Bolsista FAPEMIG/UFV), MAYRA FONSECA ZERLOTINI (Não Bolsista/UNIVIÇOSA), PEDRO DEL BIANCO BENEDETI (Não Bolsista/UFV), PEDRO DEL BIANCO BENEDETI (Bolsista CNPq/UFV), ERICK DARLISSON BATISTA (Não Bolsista/UFV), MÁRCIA MARIA DAS GRACAS DIVINA DE PINHO (Bolsista/UFV)

Por meio da mensuração da excreção dos derivados de purinas (DP) pela urina , é possível estimar a quantidade de proteína microbiana (Pmic) digerida no intestino delgado e, portanto, a Pmic produzida no rúmen. Objetivou-se, com esse trabalho, avaliar a produção de Pmic e eficiência microbiana de animais Nelore (NE), Nelore-Angus (NA) e Nelore-Simental (NS) alimentados com 1 ou 2% do peso corporal em oferta de concentrado ou ao nível de mantença (MT). Foram utilizados 9 animais em três Quadrados Latinos 3x3 (3 dietas x 3 grupos genéticos). Cada período teve duração de 28 dias, sendo que ao final da terceira semana de cada período foi realizada coleta total de fezes de três dias para estimação do consumo de nutrientes digestíveis totais. No primeiro dia de coleta um funil era acoplado ao animal para coleta total de urina. A produção de Pmic foi calculada pela metodologia dos DP na urina. Não houve interação entre grupo genético e dieta (P>0,05) para nenhum dos fatores estudados. Animais alimentados com 2% de concentrado tiveram maior excreção de DP, demonstrando uma produção de Pmic maior que aqueles animais que consumiram 1%, e estes tiveram uma produção  maior que os MT. Animais NA  tiveram maior excreção de DP e, consequentemente, maior produção de Pmic, que os animais NS e NE (P<0,05). Apesar das diferenças encontradas em dietas e grupo genéticos para produção microbiana, este efeito não foi evidenciado quando avaliada a eficência microbiana, sendo encontrado um valor médio de 120,36 g Pmic/kg NDT. Este valor corrobora com dados da literatura que sugerem que a eficiência microbiana de animais Nelore seria de aproximadamente 120 g Pmic/kg NDT. Concluiu-se que existe efeito do grupo genético ou dieta sobre a produção de Pmic, entretanto não existem influências desses fatores sobre a eficiência microbiana.

 (CNPq/FAPEMIG )

UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 / VETERINÁRIA


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