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Agricultores familiares e pluriatividade: tipologias e políticas maria José Carneiro


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1 Este artigo é parte de um texto intitulado "Política de Desenvolvimento e o 'Novo Mundo Rural' apresentado no Seminário "0 Novo Rural", coordenado pelo Prof. José Graziano da Silva, que ocorreu no I.E. da Unicamp em março de 1999. Agradeço a leitura crítica e as valiosas contribuições de Roberto Moreira e José Graziano da Silva à versão original.


2 S.j. Yanagisako reconhece a organização social e a unidade de produção como duas esferas sociais independentes no interior da unidade familiar que obedecem a princípios de organização distintos (Family and household. The analysis of domestic groups. Am. Rev. Antrhopol. 1979:161-205).


3 Para uma revisão do debate sobre as noções de "campesinato" e "agricultura familiar" ver Teixeira, V.L. Pluriatividade e agricultura familiar na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado, CPDA/UFRRJ, 1998.

4 A categoria de agricultor familiar em transição corresponde a 2,5 milhões de estabelecimentos com uma área média de 8 hectares e 3 pessoas ocupadas.


5 Para uma análise mais detalhada deste processo na França ver Carneiro, 1998.


6 O Pronaf exige para ser beneficiário de seus créditos que no mínimo 80 % da renda familiar seja originada da atividade agropecuária.


7 Encontrariam-se nessa situação certas familias de agricultores do sul do país, principalmente do Rio Grande do Sul.


8 Pensando em termos da operacionalização de políticas públicas, sugerimos que esses projetos sejam formulados pelos próprios agricultores com base em estudos qualitativos realizados por técnicos especializados (preferencialmente, pesquisadores sociais de universidades ou de instituições de pesquisa competentes).


9 Agradeço a Roberto Moreira a valiosa contribuição na formulação sobre o caráter da agricultura pluriativa e não pluriativa, que se segue.


10 Lembro aqui as difíceis condições de reprodução enfrentadas por jovens agricultores franceses, celibatários, que não encontram esposas que se submetam às condições de vida e de trabalho impostas pela modernização agrícola (Carneiro, 1998).


11 Agradeço a Graziano da Silva a proposição desse questionamento que me levou a desenvolver a reflexão que se segue.


12 Cabe enfatizar que estamos falando em terrenos de categorias anilíticas que devem ser tratadas como modelo tendo como matéria prima as relações sociais. As variáveis classificatórias e os indicadores devem ser identificados a partir de estudos qualitativos que levem em conta as cartcterísticas regionais, culturais e econômicas.


13 Cabe incluir a possibilidade de mudanças na direção dessas trajetórias que, por motivos internos e externos podem se transformar em descendentes.


14 Os riscos de se recorrer a essa categoria derivam de algumas interpretações simplistas, já consolidadas, que reconheceim na categoria "camponês" uma entidade universal, cristalizada em um momento histórico e associada ao "atraso" e à "tradição" medievais.

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